Instalando e Configurando Remote Desktop Service Windows Server 2016

Nesse artigo vamos mostrar a instalação do Remote Desktop Service no Windows Server 2016. Esse recurso muito utilizado, não teve alterações em sua instalação e configuração comparando com a versão anterior Windows Server 2012 R2. As recomendações são as mesmas do Windows Server 2012 R2. Para que você execute esse artigo de forma correta, você deverá possuir um domínio Active Directory gerado e seu servidor de RDS ingressado como membro de domínio. Caso não possua essa configuração, você não conseguirá criar seu lobby de servidores.

Para iniciar o processo de instalação, vá em adicionar nova feature e clique em “Next”:

Escolha “Role-based” or feature-based installation”, conforme mostramos na imagem abaixo:

Selecione o servidor que deseja instalar a função de Remote Desktop Service e clique em “Next”:

Marque “Remote Desktop Service”:

Nessa próxima tela, ignore as opções e clique em “Next”:

Clique em “Next”:

Selecione as opções “Remote Desktop Licensing”, para instalar e ativarmos o licenciamento, Remote Desktop Session Host e Remote Desktop Connection Broker para que seja criado o deployment dentro do RDS. Após selecionar as opções, clique em “Next”:

Revise as opções que você selecionou anteriormente em suas configurações e se estiver de acordo, clique em “Install”:

Clique em “Close” e feche o processo:

Agora abra as ferramentas administrativas e vamos ativar o licenciamento do Remote Desktop Service. Muito importante efetuar a ativação do serviço para que a ferramenta funcione 100%.

Com o seu servidor RD Licensing Manager aberto, clique com o botão direito no nome do servidor e clique em “Activate Server”:

Será aberto um assistente de ativação. Clique em “Next” para continuar:

Se você estiver conectado na internet, selecione o método de ativação automática como mostra a imagem abaixo. Se você não estiver conectado á internet, escolha outro método que ativação.

Preencha os dados corretamente e clique em “Next”:

Continue com o preenchimento dos dados e clique em “Next”:

Pronto seu servidor está ativado. Agora vamos efetuar a instalação do pacote de licenças CALs adquiradas para o seu servidor de Remote Desktop Services. Marque a opção “Start Install Licenses Wizard now” conforme a imagem abaixo:

Um novo assistente será aberto. Clique em “Next” para iniciar o processo de instalação das licenças CALs.

Existem vários tipos de licenças. Você vai precisar ter os contratos em mãos para saber qual tipo de licença sua organização adquiriu. Selecione a licença correta e clique em “Next”. Após esse procedimento, suas licenças serão instaladas e configuradas em seu servidor de Remote Desktop Services.

Após a finalização do processo, veja que o servidor já encontra-se ativado. Se tudo estiver ok, seu servidor ficará com um check na cor verde como mostramos na imagem abaixo:


Vamos instalar agora o serviço baseado em sessão para criarmos nosso grupo de servidores RDS. Selecione “Remote Desktop Installation” e clique em “Next”:

Selecione “Standard Deployment” e clique em “Next”:


Selecione a opção “Session-based- desktop deployment”:


Veja as ferramentas que serão instaladas na opção baseada em sessão e clique em “Next”:


Selecione o servidor que deseja instalar e clique em “Next”:


Confira as configurações de instalação que você escolheu e clique em “Deploy”:

Aguarde o processo de instalação:

Pronto! Os serviços estão instalados e prontos para serem utilizados.

Esperamos que essa dica ajude a todos a instalarem esse recurso no Windows Server 2016. Creio que não teremos mudanças para a versão final do Windows Server 2016.

Instalando Barracuda NextGen Firewall no Microsoft Azure

Nesse artigo vamos mostrar como instalar o Barracuda NextGen Firewall dentro do Microsoft Azure. Esse tipo de appliance é muito encontrado em ambientes locais instalados e configurados como hardware, e agora poderá ser virtualizado em seu ambiente Microsoft Azure. Com a instalação do Barracuda NextGean, podemos trabalhar com o cenário híbrido ou até mesmo totalmente em nuvem, pois isso vai de acordo com a necessidade de sua organização e sua ideia.

Dentro de sua assinatura do Microsoft Azure, pesquise o nome “Barracuda” e escolha a opção “Barracuda NextGean Firewall”. Existem outros produtos barracuda disponíveis, onde você pode ler a descrição de cada um,  e entender qual deles pode ser melhor ao seu ambiente e cenário.

Veja que diversos produtos Barracuda são listados, selecione “Barracuda NextGen Firewall” e cliquem em “Create”, como mostra a imagem abaixo:

Será iniciado o processo de configuração da nossa máquina virtual Barracuda Firewall. Nas configurações básicas defina:

  1. Nome de máquina virtual;
  2. Tecnologia de disco, onde escolhemos SSD para obter uma melhor performance. Caso não tenha necessidade de escolher SSD, você terá a opção HDD;
  3. Tipo de autenticação, onde podemos escolher entre SSH ou Password;
  4. Senha de autenticação;
  5. Escolha de assinatura Microsoft Azure;
  6. Local geográfico para hospedagem dessa máquina virtual.

Assim que escolher todas as configurações básicas acima, clique em “OK”.

Observação: Fique atento que alguns recursos não estão 100% disponíveis em alguns países, portanto, ao selecionar as configurações, você poderá ser surpreendido com aviso para mudança de hospedagem de algum serviço.

Escolha o tamanho de sua máquina virtual Barracuda. Em nosso exemplo, escolhemos a menor máquina disponível. Veja que você já terá uma noção de valor mensal para cada máquina. Isso é muito importante para um levantamento de custo para um projeto em sua organização.

Configure os nomes de cada opção como:

  1. Storage;
  2. Network;
  3. Virtual Network;
  4. Subnet;
  5. Grupo de segurança Firewall.

Essas configuração são de extrema importância para que você possa vincular esses grupos para suas VMs clássicas dentro do Microsoft Azure. Assim que suas configurações estiverem de acordo, clique em “OK” para finalizar essa etapa:

Revise as configurações escolhidas e se tudo estiver de acordo, clique em “OK”. Caso queira corrigir algum nome ou configuração, você poderá voltar sem problemas.

Leia com atenção o termos de uso, revise os valores que serão cobrados em sua assinatura e clique em “Comprar”:

Assim que finalizar a compra do produto, a implementação pode demorar alguns minutos para que a mesma fique acessível. O provisionamento da máquina virtual será efetuado e assim que pronta, nos mostrará o seu status como acessível. Aguarde o provisionamento total para começar a explorar seu Appliance.

Dentro das configurações da Barracuda Firewall, procure o Public IP e acesse via navegador. Será exibido uma tela de boas vindas como mostra a imagem abaixo. Esse tela disponibilizará um instalado chamado “NextGenAdmin”. Esse aplicativo será utilizado para acessar sua máquina virtual. Faça o download dessa ferramenta:

Ao abrir a ferramenta “NextGenAdmin”, escolha a opção de produto “Firewall” e adicione as seguinte informações:

  1. IP público da máquina virtual Barracuda;
  2. Nome de usuário definido para administração do Barracuda;
  3. Senha.

Pronto! Você está dentro de sua máquina virtual “Barracuda NextGean Firewall” e poderá ter o controle total do ambiente em nuvem, VPN e controle entre os ambientes híbridos caso possua.

Esperamos que essa dica seja útil para todos os administradores que procuram uma solução de firewall dentro dos serviços do Microsoft Azure. Muito importante ressaltar que você poderá utilizar esse serviço em ambiente híbridos ou apenas em Cloud.

Monitorando e Criando Alerta em Servidor no Microsoft Azure

Nesse artigo vamos mostrar como criar um alerta em um servidor dentro do Microsoft Azure. Imagine um ambiente em nuvem com diversos servidores virtuais e um desses servidores está passando por problemas de performance. Logo devemos monitorar a CPU, memória ou escritas dentro do nosso disco. O Microsoft Azure possui uma ferramenta de alertas, onde podemos criar métricas simples para monitorar esses periféricos e ainda receber esse alerta via e-mail. Vamos ver como isso funciona na prática.

Abra o seu portal e clique na opção “Monitor“. Veja que possuímos diversos serviços criados, mas escolhemos uma VM com o nome de “WENZ” para efetuarmos esse procedimento. Confira na imagem abaixo:

Ao clicarmos em “Monitor“, recebemos algumas opções de monitoramento e análise. Essas opções poderão ser usadas em qualquer VM ou serviço dentro de sua assinatura. Em nosso caso, vamos clicar em “Alerts” para iniciarmos o processo de criação da nossa métrica:

Ao expandirmos a opção “Resources Group“, podemos visualizar nossas VMs e aplicativos instalados que aceitam esse tipo de monitoramento e métrica. Em nosso caso, vamos selecionar o servidor “Wenz“, como mostra a imagem abaixo:

Veja que no combo “Resource Type“, será selecionado automaticamente o tipo de serviço que minha VM possui. Outras opções que não se encaixam em minha VM já serão automaticamente desabilitados para evitar erros na configuração.

Ao selecionarmos nosso servidor no último combo chamado “Resource“, observe que a opção “Add metric alert” será habilitado para iniciarmos o processo de configuração. Assim que o botão for habilitado, clique no mesmo, como mostramos na imagem abaixo:

Criaremos uma métrica para nos alertar quando a CPU passar dos 40% de uso em nosso servidor. Vamos ver as opções que devemos configurar:

  1. Nome;
  2. Descrição;
  3. Tipo de métrica (Selecionado Porcentagem de CPU);
  4. Condição;
  5. Valor numérico em %;

7. Notificação em tempo real por e-mail.

Insira o e-mail desejado para receber seus alerta e clique em “OK“.

Pronto, sua métrica está criada e em funcionamento.

O nosso servidor, ao receber um stress de CPU e passar sua porcentagem com mais de 40%, o nosso alerta deverá entrar em funcionamento:

Veja que o status do nosso alerta já foi modificado para “Warning”:

E dentro de alguns segundos, o e-mail foi recebido no endereço que definimos dentro de nossa regra. Assim que o processador passou dos 40%, o e-mail chegou segundos depois. Confira o e-mail na imagem abaixo:

Nós, profissionais IT Pro, entendemos o quão importante ter esse monitoramento em tempo real. Parece uma solução simples, mas nos servidores físicos e locais, muitos tinham e ainda passam por dificuldades de efetuar esse monitoramento com softwares de terceiro ou até mesmo via logs de segurança do Windows. Você pode imaginar uma fila de servidores e suas métricas renomeadas e bem organizadas para ter um ótimo gerenciamento e controle do seu ambiente em Cloud. Esperamos que essa dica seja útil para todos que pensam em trabalhar com os serviços online da Microsoft.

Criando Servidor de Arquivos no Microsoft Azure

​Nesse artigo vamos mostrar como criar seu servidor de arquivos dentro do Microsoft Azure. Muitos administradores tinham essa dúvida em relação ao servidor de arquivos dentro do Microsoft Azure e como criar essa estrutura. No início do Microsoft Azure os servidores de arquivos eram criados através de um Windows Server com conexão via VPN para autenticação. Hoje o Microsoft Azure possui o serviço “Storage account”, onde podemos criar um servidor de arquivos nativo dentro dos serviços online da Microsoft. Vamos ver abaixo como criar o nosso primeiro file server no Azure.

Autenticado em sua assinatura Microsoft Azure, pesquise o “Storage account”, conforme mostramos na imagem abaixo:

Selecione a opção “Storage account”:

Clique em “Create”:

Selecione “Files” e depois clique em “File Share” para criar seus compartilhamentos desejados. Ao criar um compartilhamento, você poderá colocar uma cota para cada um deles caso necessite. Se o campo ficar me branco, nenhuma cota será criada.

Selecione o compartilhamento criado e clique em “Connect”:

Veja abaixo que automaticamente foram criados os comandos para a conexão do mapeamento via Windows e também via Linux.

Veja que será exibido os comandos para criar sua unidade mapeada para Windows ou Linux. O Storage account name será o seu usuário de autenticação. Clique em “View access keys for this storage account” e veja que será apresentada suas chaves e seu usuário para autenticação.

Em seu Windows, selecione a letra de unidade que desejar e insira as configurações conforme imagem abaixo:

Pronto! Sua unidade de rede esta configurada e pronta para ser utilizada.

Esperamos que essa pequena dica ajuda a todos a criarem um servidor de arquivos no Microsoft Azure. Muito interessante apresentar essas soluções para empresas que já estão pensando em manter seus arquivos em nuvem, pois o gerenciamento e a flexibilidade do serviço e sensacional.

Teste Performance IOPs no Windows Storage Pool / Storage Spaces com DiskSpd

Nesse artigo vamos falar um pouco sobre a ferramenta DiskSpd para efetuamos testes de performance em um Windows Storage Pool ou Storage Spaces. O Diskspd é uma ferramenta que substitui o antigo SQLIO e de uma forma mais eficiente, nos traz dados importantíssimos em relação aos IOPs, leitura e gravação em disco. Esse tipo de procedimento e testes sao muito importantes quando vamos montar novos ambientes de Clusters, Backup e de Storages para qualquer outro tipo de serviço.

Para começar a utilizar o DiskSpd, faça o download pelo link https://gallery.technet.microsoft.com/DiskSpd-a-robust-storage-6cd2f223. Ele vem no formato ZIP, que você pode abrir e copiar para uma pasta local. Existem na realidade três subpastas com diferentes versões da ferramenta incluída no arquivo ZIP, que são:

  1. AMD64fre (para sistemas de 64 bits)
  2. X86fre (para sistemas de 32 bits)
  3. ARMfre (para sistema ARM)

Isso lhe você executá-lo em praticamente todas as versões do Windows, cliente ou servidor. ​Com a ferramenta instalada, vamos digitar o comando no servidor onde deseja efetuar os testes de IOPs e performance. Antes de digitar o comando verifique se possui um espaço em disco disponível para alocarmos o arquivo .dat de teste.

Veja o comando abaixo: diskspd.exe -c16G -d300 -r -w30 -b8k -T4 -o8 -h -L c: \Test.dat

Importante: Crie o arquivo “Test.dat” na unidade que deseja efetuar a monitoração.

  • Entendendo o Comando 
 -c16g  Especifica o tamanho do arquivo de teste, neste caso escolhemos 16 GB.
 -d300  É tempo de teste, em segundos, 300 segundos equivalem a 5 minutos
 -r  Essa opção é leitura e escrita de forma aleatória (Randon), típico de processamento em tempo real de transação.
 -w30  Define percentual, 30 significa 30% a escrita e a leitura de 70%. Se definirmos -w20 será 20% escrita e 80% leitura.
 -b8k  8 KB (tamanho do bloco) é uma típica carga de trabalho IO para SQL Server e máquinas virtuais.
 -t4  Na pequena IO, vamos ajustar os fios / por arquivo (T) igual ao número de núcleos de CPU
 -o8  Com “o” (excelente IO), é especificado a profundidade da fila.
 -h  Este parâmetro desativa o cache de software e hardware no cache de gravação.
 -l  É o tempo médio de espera (latência média) a partir de completar um IO.
 C:\Test.dat  Define o nome do arquivo teste e onde ele será armazenado.

Observação: Muito importante fazer alguns tipos de testes com os parâmetros acima para obter os melhores resultados. Certifique-se que você tenha o ambiente com menos trafego possível que isso não interfira em seus resultados. Muitas vezes no parâmetro de tempo -d, gostamos de tirar algum relatório com os resultados de -d30 30 segundos. Esse tipo de teste curto, evita que outro processo do ambiente atrapalhe nos resultados. Esse tipo de teste varia de cada ambiente, portanto, entenda os comandos e divirta-se.

Vamos ver agora os resultados do comando em nosso prompt:

Na primeira parte do nosso resultado será mostrado a média de consumo de nossa CPU durante o processo de monitoração. Se você precisa efetuar testes de tempo médio durante um processo de leitura e escrita, está aí uma ferramenta que pode lhe entrega esse resultado.

Na segunda tabela teremos os nossos threads. Em nosso exemplo escolhemos em 3 tempos.

Na terceira tabela será encontrado os valores de Leitura IO. Essa é uma das partes mais importantes para sabermos os resultados e fazer uma comparação entre Storages Dell e Windows Storage Pool.

Na quarta tabela será encontrado os valores de Estrita IO. Essa parte de escrita também é superimportante para termos uma noção de como será o ambiente em relação as aplicações e serviços que serão rodados dentro de um Storage.

Vale lembrar que em alguns casos é muito importante criar testes apenas com leitura e outro apenas com escrita. Você verá que os resultados serão mais reais e consistentes. Por isso, é de extrema importância que estude e entenda os comandos para que possa aplicar e entender os testes que irá realizar em seu ambiente de Storage, Cluster ou outros.

Esperamos que essa pequena dica ajuda a todos os administradores que queiram efetuarem testes de IOPs em seus Storages, para assim, criarem o melhor ambiente de produção e com uma melhor performance.

 

Criando Conta Adicional para Administração Microsoft Azure

Nesse pequeno artigo, vamos deixar uma dica para no Microsoft Azure. Em um ambiente de Microsoft Azure, muitas vezes é necessário criar contas de administração para terceiros efetuarem serviços dentro de sua conta Microsoft Azure, e por segurança a Microsoft recomenda a criação de um novo usuário para tal. Mostraremos como enviar um “Invite” para um novo usuário administrar seus serviços no Microsoft Azure através de sua conta principal.

Primeiramente efetue o login no portal com sua conta principal, clique em “Pesquisar” e digita“Users” como mostramos na imagem abaixo:

1

Clique em “All Users”:

2

Cliquem em “+Add”:

3

Digite as informações do novo usuário da forma em que desejar. Insira um e-mail válido da pessoa que irá receber o novo login e clique em “Create”, como mostramos na imagem abaixo:

4

Após a criação um e-mail será enviado com um link. Veja como chegará o e-mail para a pessoa que você está querendo adicionar ao seu portal do Microsoft Azure. Clique no link, conforme imagem abaixo:

5

Você será redirecionado para uma página do Microsoft Azure:

6

Cria uma senha de acesso, escolha o país e clique em “Next”:

7

Um novo e-mail chegará com um com código de acesso. Insira o código de acesso e pronto. Sua conta estará configurada no Microsoft Azure e já poderá iniciar os trabalhos.

8

Muito importante: Selecionar a conta padrão que contém a assinatura e os serviços adquiridos, pois a conta de e-mail criada não se associa automaticamente e vem sem assinatura setada, deixando o novo acesso em recursos para utilização.

Esperamos que essa pequena dica ajude a todos os administradores a criarem as contas secundárias.

Migrando Active Directory Windows Server 2003 para Windows Server 2016

​Nesse artigo vamos mostrar como migrar o seu Active Directory do Windows Server 2003 para o Windows Server 2016. Em diversas empresas ainda encontramos muitos controladores de domínio rodando o Windows Server 2003 e as razões para isso ocorrer são diversas, como: Falta de investimento em novas tecnologias, incompatibilidade de algum software terceiro que a empresa possui, falta de conhecimento e muitas vezes por comodismo. Se você, profissional de TI está lendo esse artigo e ainda possui um Windows Server 2003 em seu cenário, não deixe de mostrar ao seu superior e convence-lo que o upgrade é essencial para manter sua rede segura e sem problemas graves no ambiente.

​Vamos deixar claro que o Windows Server 2003 e o seu Active Directory, também pode ser migrado para o Windows Server 2008, Windows Server 2008 R2, Windows Server 2012 e Windows Server 2012 R2. Vamos agora para a parte prática:

​Antes de iniciar o processo, você precisa conferir se o nível funcional de domínio e  floresta do seu servidor atual está para o nível Windows Server 2003. Caso não esteja, você deve aumentar o nível funcional de floresta e domínio antes de continuar o processo.
Importantíssimo: O Windows 2003 Server deve ser preparado para receber o Windows Server 2016, para isso necessário a ferramenta “adprep”. Muitas pessoas se confundem na hora de efetuar esse procedimento, pois não sabem qual mídia utilizar. Nesse caso como o Windows 2003 é 32bits e a mídia do Windows 2012 Server não possui o ADPREP32 apenas o ADPREP, é necessário a utilização da mídia do Windows Server 2008 32bits (Qualquer versão) e rodar o “ADPREP32”, se rodar o adprep do Windows Server 2012 ou Windows Server 2016, receberá mensagens de erro e não terá sucesso. Rode os comandos abaixo:

  • adprep /forestprep 
  • adprep /domainprep

Veja abaixo o comando sendo aplicado. Pressione “C” e pressione “Enter” para iniciar o processo de preparação do seu Active Directory. Após a finalização desse processo, execute o segundo comando para finalizar essa etapa de preparação.

​Em “Server Manager”, navegue para adicionar novas roles and features e instale o recurso “Active Directory Domain Services”. Abra a console para geração de domínio e selecione “Add a domain controller to an existing”, como mostra a imagem abaixo:

Selecione a caixa de DNS e Catálogo Global e insira a senha. Clique em “Next”:

​Clique em “Next”:

​Clique em “Next”:

​Confira os caminhos do database, arquivos de log e SYSVOL. Se tudo estiver ok, clique em “Next” para continuar o processo de instalação do domínio adicional:

​Como já preparamos o nosso domínio em nossa primeira etapa, estamos prontos para continuar. Clique em “Next”:

​Revise o arquivo de configuração que será aplicado em seu domínio atual. Se estiver de acordo com as configurações clique em “Next” para continuar o processo:

​Pronto! Os requisitos para adicionar o novo controlador de domínio adicional foram aceitos. Clique em “Install” e acompanhe o processo de instalação até que o seu servidor seja reiniciado automaticamente.

​Importante: Vale lembrar que esse procedimento não faz com que o seu novo servidor se aproprie de todas as funções mestres e seja o controlador de domínio principal. Para migrar todas as funções para o novo servidor, você pode seguir o artigo abaixo do nosso amigo Thiago Guirotto e migrar as 5 funções FSMO.

Transferir FSMO:

https://social.technet.microsoft.com/wiki/contents/articles/6729.como-transferir-as-5-fsmo-mestres-de-operacoes-para-outro-controlador-de-dominio-pt-br.aspx

​Espero que tenham gostado e lembre-se que o Windows Server 2003 em sua rede, pode ser um grande buraco em sua segurança. Faça já o seu upgrade. 

Monitorando Windows Servers, Usuários e Aplicações com || Syskit

Nesse artigo vamos mostrar uma ferramenta excelente para monitoramento do seu ambiente e servidores. Muitos administradores procuram ferramentas com baixo custo para ter o controle centralizado de seus servidor e atividades dos usuários e aplicações que rodam em todo o ambiente de produção.

Syskit é uma ferramenta com banco de dados SQL Server e muito eficaz, com um Dashboard intuitivo e de fácil configuração. Veja abaixo alguns recursos que podem ser importantíssimos para o seu monitoramento:

​Monitoramento de performance do servidor;

  1. Monitor de atividades dos usuários;
  2. Monitoramento de uso das aplicações;
  3. Inventário de computadores em tempo real;
  4. Entrega de alertas por e-mail;
  5. Administração remota via PowerShell;
  6. Controle de usuários via remote desktop;
  7. Logs e auditoria de acessos.

Esses são alguns dos principais recursos da ferramenta Syskit. Vamos ver agora como efetuar a instalação e a configuração dessa ferramenta sensacional em nosso ambiente de Microsoft Windows Server.

Faça o download do Syskit pelo link abaixo:

Com a ferramenta baixada, clique em “Open” para iniciar a instalação:
Se você não possuir o Microsoft Net Framework instalado em seu servidor, a ferramenta irá instalar automaticamente para você. No fim dessa instalação o seu servidor deverá ser reiniciado.
Após o restart, será iniciado a instalação do Syskit. Clique em “Next” para continuar o processo de instalação:
Aceite os termos e clique em “Next”:
A opção para Syskit Web vem por padrão como “desativada”. Se você deseja utilizar a ferramenta via web, ative-a, conforme a imagem abaixo e clique em “Next”:
Escolha o local de instalação e clique em “Next”:
Escolha quem terá acesso na ferramenta. Em nosso caso, escolhemos apenas o usuário atual:
Aguarde o processo de instalação:
Pronto! Seu Syskit está instalado. Clique em “Finish” para iniciarmos as configurações de banco de dados e acesso para ferramenta de monitoramento.
Criando um  novo banco de dados para o Syskit, baseado em SQL Server. Você deverá possuir o SQL Sever para criar um banco de dados onde serão armazenados todas as informações do Syskit. Você pode utilizar o SQL Express para utilizar a ferramenta. Segue link para o download do SQL Express para Windows Server:
Como é a primeira vez que estamos rodando o Syskit, vamos criar um novo banco de dados. Selecione “Create new database” e clique em “Next” para continuar o processo de configuração:
Selecione do servidor de SQL e escolha um nome para o banco de dados do Syskit. Escolha o tipo de autenticação que será utilizada em seu SQL Server. Em nosso caso, escolhemos a opção de “Windows authentication”, mas isso fica ao seu critério. Se você receber a mensagem “Successfully connected to the database”, clique em “Next” para continuar:
Insira as credenciais do Windows junto com o seu domínio e insira a senha. Clique em “Validate Account” e veja se o mesmo está conectado corretamente ao serviço. Se você receber a mensagem“This account can be to run Syskit Service”. tudo está configurado corretamente. Clique em “Next” para continuar.
Nas configurações de Web, você poderá inserir uma nova porta ou poderá manter a porta padrão 80. Quando as configurações estiverem de acordo, clique em “Next” para continuar.
Confira suas configurações e clique em “Next” como mostra a imagem abaixo:
Esse processo pode demorar alguns minutos. Aguardo o processo ser finalizado conforme mostramos na imagem abaixo:
Clique em “Finish” e reinicie seu servidor:
Com o primeiro acesso na console de administração, clique em “Add Configuration” para iniciarmos a inclusão de computadores e servidores que serão monitorados em nossa rede:
Selecione as unidades onde estão os dispositivos que serão monitorados:
Selecione os equipamentos que serão monitorados, conforme imagem abaixo:
Clique em “Finish”:
Rode um inventário para que a ferramenta colete dos dados de sua rede e comece o monitoramento. Esse processo deverá demorar de acordo com a quantidade de dispositivos e aplicações em seu cenário.
Veja como o Dashboard é bem limpo e intuitivo.
O Syskit é uma ferramenta de monitoramento bem completa com um custo baixo para empresas. Com seu banco de dados baseado em SQL Server, tudo fica mais tranquilo para o gerenciamento, backup e controle de dados. Seus relatórios são extremamente organizados e efetivos, isso é ótimo para entrega de estatísticas de produção e gerenciamento de cenário. Esperamos que essa dica ajude aos administradores com mais uma ótima ferramenta de monitoramento para profissionais de IT PRO.

Exportar PST no Office 365 com o eDiscovery Tool

​Nesse artigo vamos mostrar como exportar o .PST de um e-mail do Office 365 com a ferramentaeDiscovery Tool. Esse procedimento é utilizado como alternativa de backup e gerenciamento de uma caixa de correio que requer atenção especial. Essa ferramenta é muito utilizada quando utilizamos o Journaling e sua caixa sempre está Full. Podemos efetuar um backup da .PST e guardar em outro local para uma segurança.

Antes de iniciarmos, consulte o artigo abaixo para tirar dúvidas sobre limitações e como funciona oeDiscovery:

Conhecendo o eDiscovery Tool

Importante: Efetue esse procedimento no navegador “Internet Explorer”, pois no Google Chrome ocorrem erros ao efetuar o download da ferramenta eDiscovery.

​Vamos agora para a parte prática. Primeiramente abra a console do Office 365 com usa conta administrativa e acesse a “Central de Administração”, e depois clique em “Exchange”, como mostramos na imagem abaixo:

​Clique em “Gerenciamento de Conformidade” e clique em “+” para adicionarmos uma regra de conformidade:

​Digite um nome e uma descrição para organizar a sua regra de conformidade.


​Selecione “Especificar caixas de correio para pesquisar”, clique em “+”, como mostramos na imagem abaixo:

Selecione a caixa de e-mail que deseja efetuar o backup, clique em “Adicionar” e depois em “OK”:


​Clique em “Avançar”:

​Você poderá escolher em incluir todo conteúdo de sua caixa de correio ou filtrar o conteúdo de acordo com sua necessidade. Em nosso exemplo, escolhemos a opção de incluir todo o conteúdo. Clique em“Avançar” para continuar o processo:

Clique em “Concluir”:

​Aguarde o tempo de consulta para a coleta de informações sobre a caixa de correio selecionada. Esse processo pode demorar muito, se a caixa for muito grande. É muito importante aguardar a mensagem de coletado com sucesso, para evitar perda de dados em uma futura importação do arquivo.

​Veja que o status está com a mensagem de sucesso e o tamanho da caixa de correio já está em evidência.

Selecione a caixa de correio desejada e clique no link de download, como mostra a imagem abaixo:

​Clique em “Executar”:

​Clique em “Procurar” e selecione o caminho onde deseja salvar sua .PST:

​Por uma questão de segurança, será solicitado a senha atual da caixa a ser exportada. Digita as credenciais da caixa e clique em “OK”:

​Pronto! Assim que o download for finalizado, você terá o arquivo .PST para importar em outra local ou guardar um backup para sua segurança. Espero que tenham gostado da dica e utilizem muito essa ótima ferramenta embutida nos serviços online da Microsoft.

Monitorando E-mails Enviados no Office 365 com Mail Trace Tool

​Nesse pequeno artigo vamos mostrar como monitorar as mensagem enviadas de qualquer usuário que utiliza o Office 365. Hoje com as facilidades que a tecnologia nos traz com a nuvem, podemos ao mesmo tempo ter outras preocupações em relação a segurança dos dados e devemos estar sempre atentos. Se você passar por uma situação onde, seu cliente quer saber se um funcionário enviou um e-mail para um determinado destinatário e solicitar um relatório. Se você possuir o Office 365″Corporativo”, você será capaz de gerar um relatório com todos os e-mails enviados de qualquer caixa e de qualquer período com o “Rastreamento de Mensagens”. Vamos ver como essa opção funciona na prática.

​Primeiramente abra a console de gerenciamento do seu Office 365 com dua conta administrativa. Veja na imagem abaixo:

Clique em “Central de Administração” e depois em “Exchange”:

Clique no painel esquerdo em “Fluxo de Mensagens” e depois em “Rastreamento de Mensagens”:

Veja que a ferramenta lhe oferece a consulta por data fixa ou personalizada e as opções de entrega da mensagem. Se a conta a ser consultada for muito utilizada, não escolha a opção “Tudo” e tente personalizar o seu relatório, pois poderá vir muitas informações para avaliação e a página ainda não possui uma ferramenta de pesquisa. Se você souber o destinatário a ser procurado, isso facilitará muito nos resultados do relatório. Escolha uma caixa para fazer a consulta dos itens enviados. Se você não souber o destinatário, o relatório entenderá como “Todos”.

Pronto! Veja que o relatório é bem simples e objetivo em suas informações. Um item muito interessante é o “Status” de entrega. Você saberá se realmente a mensagem foi entregue ao destinatário ou se a mesma se perdeu em trânsito.

​Esperamos que essa dica seja útil a todos os administradores que utilizam o Office 365 e aos que ainda pensam em migrar para os serviços Online da Microsoft.

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